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Você compra a roupa que quer, ou a roupa que cabê?

March 5, 2018

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Você compra a roupa que quer, ou a roupa que cabê?

"Quero entrar em uma loja e comprar a roupa que eu quero, não as que caibam em mim. A obesidade foi uma 'máscara' que eu criei por circunstâncias da vida, e meu corpo sofreu. Quero voltar a ser quem eu era antigamente" (Tatiane Guaitolini)

 

Está sem dúvida foi a parte no texto que mais me tocou... não porque acredito que as pessoas devem ser magras, mas porque acredito que as pessoas devem ser felizes com o corpo que tem, contudo, neste parágrafo ficou claro que ela não estava feliz, e isto nada tinha a haver com o que a sociedade impõe. 

 

Foi passeando pela internet que encontrei esta história linda de autoconhecimento e superação. Me ví em vários momentos na história da Tatiane, não que eu tenha sido obesa, mas após parar de dançar em 2005 eu ganhei 15 Kg o que para mim, uma ex- bailarina profissional aos 25 anos, foi um choque tremendo.

 

Não estou aqui para falar sobre a minha história, mas sim sobre a da Tatiane Guaitolini, veja a reportagem que saiu no G1 - Por João Amaro, G1 Santos04/03/2018 07h19:

 

 

 

Modelo plus-size perde 30 kg ao levar susto com balança: 'Meu corpo sofreu'

Moradora de Praia Grande, no litoral paulista, Tatiane Guaitolini precisou de dois choques de realidade para adotar hábitos saudáveis.

 

Entre idas e vindas, Tatiane conseguiu perder 30kg (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Mudar os hábitos nem sempre é uma tarefa fácil. E para uma funcionária pública de Praia Grande, no litoral de São Paulo, perceber que era preciso tomar um novo rumo na vida demorou, mas aconteceu. Hoje 30kg mais magra, ela ainda quer perder mais peso, mas para chegar onde está, teve que aprender bastante.

Tudo começou em 2014, quando Tatiane Guaitolini, de 32 anos, subiu na balança pela primeira vez após anos sem se pesar. Ela, que sentia vergonha de contar seu peso para os amigos, pouco se importava com isso: modelo 'plus size' na época, dificilmente ouvia algo que a fizesse perder sua autoestima. Além disso, sempre em eventos e com roupas diferentes, via aquilo tudo como uma camuflagem para a situação de seu corpo.

“Não tinha meu corpo como algo que eu precisava cuidar. Eu vivia uma vida desregrada. Sempre gostei de mim como estava, e muitos me elogiavam, falavam que eu era linda. Era difícil eu me tocar. Além de eu ter tendência para ganhar peso, também descontava muita coisa na comida. Meu corpo estava pedindo socorro, e ninguém falava”, relembra.

Segundo ela, perceber o peso que tinha naquele ano foi a ficha que faltava cair para uma mudança de vida. “Estava no shopping com minha mãe e decidi subir em uma balança. Quando vi o painel marcando 112 kg, aquilo me impactou muito. Pensei 'onde é que eu vou parar?'. Foi quando notei que precisava mudar”, relata.

Tatiane, então, decidiu mudar a sua alimentação e iniciar a prática de exercícios físicos. Na academia, descobriu outras modalidades além da musculação, que e a ajudaram a perder peso. Entre maio e junho de 2014, ela conseguiu eliminar 23 kg. “Estava bem com 89 kg. Aí achei que não ia mais engordar, e relaxei. Entrei em um 'efeito sanfona' durante dois anos, voltei a ter o prazer de comer o que eu tinha parado, e perdi o gosto pela academia", lembra.

O segundo 'choque' aconteceu em agosto de 2017: uma prima que estava acima do peso mandou uma mensagem comemorando o emagrecimento. "Ela perdeu peso muito rápido, e percebi que eu estava bem displicente. Lembrei que quando a balança deixou de marcar três dígitos eu chorei muito, e liguei para uma amiga prometendo que nunca mais voltaria para aquele peso”, disse.

A partir daí, em setembro de 2017, Tatiane voltou a adotar hábitos mais saudáveis e, também, se encontrou uma nova paixão: o fit dance. “Foi amor à primeira vista e nunca mais larguei. Me sinto bem, todo dia faço três horas de dança. Me ajuda muito”, conta. O esforço a fez perder 16 kg até agora, e ela não pretende parar por aí. “Foi tudo com força de vontade. Eu quero agora chegar aos 70 kg. Falta pouco. É possível com determinação”.

 

 

Hoje com 84kg, Tatiane ainda quer perder mais 14kg para chegar ao peso ideal (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Em contrapartida, dentro de casa, os filhos e a mãe são os maiores incentivadores no dia-a-dia. “Eu brinco que minha mãe é a minha empresária. Era a única que falava que eu precisava emagrecer, que não podia me desleixar, que tinha que me cuidar. Ela me ajuda durante a semana fazendo a comida, e meus filhos estão sempre de olho no que eu estou comendo. Os dois patrulham, mesmo”, disse.

Perder mais peso para Tatiane, agora, vai além de ter uma vida e um corpo saudável. "Eu também quero entrar em uma loja e comprar a roupa que eu quero, não as que caibam em mim. A obesidade foi uma 'máscara' que eu criei por circunstâncias da vida, e meu corpo sofreu. Quero voltar a ser quem eu era antigamente".

(Por João Amaro, G1 Santos04/03/2018 07h19) 

 

 

Por muitos anos acreditei que os 15kg a mais era o preço da maturidade, e que eu deveria seguir a minha vida linda e feliz, mesmo sem vontade de olhar muito para o espelho. Acredito que todos temos o direito de ser feliz com o corpo que temos, o peso e as gordurinhas extras que as alterações metabólicas nos presenteiam. Mas o que fazer quando por mais que entendemos que temos o direito a ser feliz com o nosso corpo, que a sociedade não tem nada com isto e que tudo é uma questão de aceitação, ainda assim, não nos reconhecemos no espelho? 

 

Recentemente, em Junho de 2017, entendi que não é apenas uma questão de metabolismo, idade, filhos ou estilo de vida, vai além. É uma questão do que queremos para nós mesmas. Tatiane queria simplesmente entrar em uma loja e escolher a roupa que desejasse e não a que coubesse nela, eu queria voltar a dançar Ballet de Repertório que exige um empenho físico absurdo e com o meu peso meu corpo iria sofrer, e você? O que quer?

 

Tatiane cuidou da alimentação e passou a praticar atividade física, inclusive Dança. Assim como ela, eu também mudei a minha alimentação, não fiz dietas... fiz uma reeducação alimentar, afinal, se aos 37 anos o meu metabolismo não era mais o mesmo do que aos 25 anos, eu precisava mudar a minha relação com o meu corpo. Além de uma alimentação diferente (atualmente Low Carb), passei a correr, intensificar o Pilates e as aulas de Ballet. Consegui eliminar os kilos que me impediam de dançar Ballet de Repertório, não voltei a ter o corpo que tinha aos 25 anos pois este não é o meu objetivo, mas voltei a amar o meu corpo, como ele é.

 

E você? Ama o seu corpo como ele é ou como ele era?

Se ao olhar no espelho ainda se sente incomodada com algo, eu te convido a re-pensar... dá trabalho, mas valerá a pena.

Procure uma nutricionista, venha fazer algumas aulas de Dança e aos poucos vai mudando o seu estilo de vida, assim como o seu metabolismo... ele foi mudando aos poucos... nós é quem não percebemos.

 

Agende uma aula experimental para que dançando alcance o corpo que deseja.

Te espero.. Super Bj

Mari

 

 

Para ler a reportagem no G1 acesse: 

https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/modelo-plus-size-perde-30-kg-ao-levar-susto-com-balanca-meu-corpo-sofreu.ghtml

 

 

 

 

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